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November 22 Papai Noel 2009.....Fui toda crente que minha filha iria tirar a foto com a gente...mas não teve como!!!! Então tiramos só! Fala sério, todo ano eu tiro a foto com ele.....o bom velhinho! ADORO!!!!!! Fazer o que né? Tudo agora é mico, é feio, é chato e,... um monte de palavrões.......ahhhhhhhhhhhhh, ninguém merece a adolescência dos filhos e principalmente se ela é menina...aí vem junto a TPM !!!! Nãooooooooooooooooo...............
June 16 Inveja....Que merda heim!!!June 08 Ninguém aguenta uma pessoa delirante dentro de casa - Revista Época!!!“Ninguém aguenta uma pessoa
delirante dentro de casa” Um dos maiores críticos da falta de vagas para internação psiquiátrica, o poeta Ferreira Gullar conta a ÉPOCA a experiência de ter convivido com dois filhos esquizofrênicos - o que ainda está vivo mora hoje num sítio em Pernambuco.
Cristiane Segatto
SEM OPÇÕES Ferreira Gullar diz que as famílias sem recursos não têm onde pôr filhos com doenças mentais O poeta Ferreira Gullar, 78 anos, teve dois filhos com esquizofrenia. Paulo, 50 anos, vive num sítio em Pernambuco há cinco. Marcos, que tinha um quadro mais leve da doença, morreu em 1992, de cirrose hepática. Recentemente, Gullar escreveu três artigos no jornal Folha de S. Paulo sobre a falta de vagas para internação psiquiátrica. A reação dos leitores chamou atenção para uma das maiores controvérsias da psiquiatria: o que fazer com doentes mentais em estado grave? Gullar concedeu a seguinte entrevista a ÉPOCA em seu apartamento em Copacabana, no Rio de Janeiro (confira ao final desta página um vídeo com trechos da conversa). ÉPOCA - A lei federal 10.216, aprovada em 2001, não proíbe a internação de pacientes em hospitais psiquiátricos, mas estimulou a redução de leitos. Por que decidiu falar sobre essa lei agora? Ferreira Gullar - Antes da aprovação da lei, soube do que consistia o primeiro projeto. Para internar uma pessoa, a família precisaria pedir autorização de um juiz. Felizmente isso foi retirado do texto final. Imagine o que é ter em casa um garoto em estado delirante - às vezes falando sem parar da noite até o dia seguinte. Os pais tentam dar remédio, tentam conversar e nada funciona. Nessa situação, o único recurso é internar. Você sente que a pessoa está saindo do controle e pode fazer uma loucura qualquer. Imagine ter de aguardar autorização de um juiz para internar um paciente numa situação de emergência. Que juiz? Aquele que nunca encontramos na justiça eficiente que temos? Imagine o desastre que isso seria. ÉPOCA - Mas por que decidiu escrever neste momento? Gullar - Li notícias recentes sobre o aumento de doentes mentais na população de rua. Eu já previa que isso ia acontecer diante da restrição do número de hospitais e do período de internação. Como é possível estabelecer um período de internação, determinar que um paciente psiquiátrico esteja curado dentro de determinado tempo? Quem não tem dinheiro para colocar o filho numa clínica particular fica com ele em casa até quando suportar. Muitas vezes o doente foge. Quantas vezes isso aconteceu comigo... Ele foge, vai para rua sem rumo. Ninguém sabe para onde vai. ÉPOCA - O doente precisa ficar vigiado dentro de casa? Gullar - Ninguém aguenta uma pessoa em estado de delírio dentro de casa. Só se ninguém trabalhar, todo mundo ficar em volta do doente. E se for uma pessoa agressiva? Tem que internar. Nenhum pai e nenhuma mãe internam seus filhos contentes da vida, achando que se livraram. Não estou dizendo que a lei foi feita para perseguir as pessoas. Não vou imaginar uma coisa dessas. Ela foi feita com boa intenção. Mas de boa intenção o inferno está cheio. ÉPOCA - O senhor acha que a internação em hospitais psiquiátricos é o melhor tratamento? Gullar - Ninguém é a favor de manicômio ou de encerrar uma pessoa pelo resto da vida. Isso não existe há muito tempo. Mas hoje as famílias sem recursos não têm onde pôr seus filhos. Eles vão para a rua. São mendigos loucos, mendigos delirantes. Podem agredir alguém. É imprevisível o que pode acontecer. O Ministério da Saúde tem de olhar isso. O hospital-dia é uma boa coisa. Mas para o doente ir para o hospital-dia ele tem que querer ir. Quando entra em surto, é evidente que não vai querer ir para o hospital-dia. Dizer que os doentes serão encarcerados é terrorismo. ÉPOCA - Qual a sua opinião sobre a visão do movimento de luta antimanicomial? Gullar - Esse pessoal não diz explicitamente, mas eu sei que para eles não existe doença mental. Por que falam em psiquiatria democrática? Existe urologia democrática? A psiquiatria democrática pressupõe que as pessoas internam seus parentes para cercear a liberdade deles. Segundo essa linha, o cara não é doido. Ele é um dissidente. Isso vem da época das drogas, da época dos Beatles, da época em que as pessoas diziam “tu tá pinel”. O que era isso? A classe média cheirava cocaína e ia parar no Pinel. Não eram doidos. Mas, levada a uma overdose, a pessoa pode entrar num estado de delírio. Esse pessoal acha que a máfia de branco cerceia a liberdade das pessoas. Pessoas que são dissidentes da sociedade burguesa. A psiquiatria democrática considera que a sociedade é que é doente e reprime aqueles que discordam dela. ÉPOCA - Por que o sr. diz que isso é um marxismo equivocado? Gullar - A raiz ideológica da psiquiatria democrática é a ideia de que não existe doença. A sociedade é que é culpada porque é burguesa. Quando eu estava exilado em Buenos Aires, nos anos 70, fui conversar com os médicos no hospital onde meu filho Paulo (hoje com 50 anos) havia sido internado depois de um surto. Uma médica veio conversar comigo e disse que o problema não era do meu filho. Era da família e da sociedade. Disse para ela: então me interna. ÉPOCA - Paulo estava com você no exílio? Gullar - Nessa época, sim. Um dia ele teve um surto e sumiu. Foi encontrado em estado totalmente delirante e foi internado. A médica chamou a mim e a minha mulher para conversar. Eu disse: coração adoece, rim adoece sem que a sociedade seja culpada de nada. O cérebro é o único órgão que não adoece por si? A sra. não acha que uma pessoa pode nascer com uma deficiência fisiológica no cérebro? O que está por trás de tudo isso é uma visão equivocada. ÉPOCA - Quando seus filhos receberam o diagnóstico de esquizofrenia?
Gullar - Os dois começaram a falar disparates e a se comportar de maneira anormal. Isso se manifestou quando tinham 15 ou 16 anos. A doença foi precipitada pela droga. Era um período que cheirar cocaína, fumar maconha e consumir LSD estavam na moda. Surgiram anormalidades, mas eu não fiz nada. Atribuía o comportamento deles às drogas. ÉPOCA - Eles falavam sem parar? Gullar - No começo, diziam: “Meu cérebro está vazio, não tenho mais cérebro, o LSD consumiu meu cérebro”. Coisas ilógicas. Percebi que havia algo errado, mas esperava que as coisas se acomodassem. Eu dava conselhos para que eles parassem de usar drogas. Quando fui de Lima para Buenos Aires (havia a perspectiva de um trabalho lá), um dia Paulo desapareceu. Desceu para a rua e sumiu. Terminou sendo localizado, estava preso. Ele, que nunca havia dirigido antes, pegou um carro que estava parado. Tentou roubar o carro sem saber dirigir. Coisa de pirado mesmo. Só consegui localizá-lo um mês depois. Voltou para casa em estado totalmente delirante. Quebrou a janela toda. Queria sair pela janela do quinto andar. Fui obrigado a chamar o socorro psiquiátrico. Ele começou a tomar os remédios. Um dia fugiu do hospital. Veio aparecer no Brasil dois meses depois. ÉPOCA - Foi nessa ocasião que o sr. pediu ajuda ao Vladimir Herzog (jornalista morto pela ditadura em 1975)? Gullar - Um dia ele fugiu do Rio e foi aparecer em Taboão da Serra, em São Paulo. Um homem o encontrou sentado na lama e na chuva. Levou-o para casa e deu-lhe banho. Paulo deu o meu endereço em Buenos Aires e o homem me escreveu. Quando recebi a carta, liguei para a Revista Visão, onde o Herzog trabalhava, e pedi ajuda. Ele se prontificou a ir imediatamente buscá-lo em Taboão. Quando chegou, Paulo já havia fugido. Foi encontrado por uma freiras, caído na estrada, e foi levado para um convento. Depois a família o encontrou e ele foi internado em uma clínica particular no Rio. Quando voltei do exílio, em 1977, assumi esse problema todo. Descobri que existia o Instituto Bairral, em Itapira, no interior de São Paulo. Parecia uma fazenda, uma estação de repouso. Ele ficou alguns meses nessa clínica particular. Isso não é a família que decide. São os médicos. Quando voltou ao Rio, veio morar com a família. Mudei de Ipanema para Copacabana porque descobri que havia um fornecedor de drogas para ele em Ipanema. Não demorou muito e a mesma coisa começou a acontecer em Copacabana. ÉPOCA - O sr. conseguia escrever com eles em casa? Gullar - Uma pessoa esquizofrênica não está permanentemente em estado de surto. Às vezes fica sozinha no quarto. O problema é quando ocorre o surto. O Paulo passou muitos anos com a família. Passava seis meses internado e voltava para casa. Às vezes passava um ano sem ter nada. Mas não pôde trabalhar nem estudar. Não tinha condição, nem disposição, interesse. ÉPOCA - Paulo aceita o tratamento facilmente? Gullar - Às vezes fingia que tomava o remédio, mas cuspia fora. Leva tempo até o doente aceitar o remédio, entender que ele ajuda. Paulo mora há cinco anos no sítio de um amigo meu em Pernambuco. Não está internado, mas é como se estivesse. Cuida dos cavalos, cria uns gatinhos, pinta quadros. Lá ele toma o remédio sozinho. Quando entra numa derrapada e deixa de tomar o remédio, começam os problemas. Mas hoje ele tem muito mais consciência da doença. Amadureceu. É uma pessoa mais afetuosa. ÉPOCA - O sr. tem saudade? Gullar - Tenho. A gente se fala todo dia. Mas se ele vier para cá e começar a usar droga de novo, tudo vai recomeçar. Ele está controlado porque não tem droga onde vive. Com droga fica excitado, alucinado, agresssivo. ÉPOCA - A condição de seus filhos influenciou sua literatura? Gullar - Tudo influencia na vida, mas eu procuro me colocar diante das coisas com lucidez. Nao me deixou levar por desesperos, por bobagens. Não sou nenhum Super-Homem, mas sempre procurei entender as coisas e encontrar o caminho mais correto. Claro que isso foi um grande sofrimento durante anos e anos. Pode ter se refletido na minha literatura. Mas a minha literatura não é de desespero. Recebo cartas de pessoas que disseram que se salvaram, que tiveram coragem de enfrentar seus problemas lendo meus poemas. Evito pregar o desespero. Muitas vezes estou desesperado, mas jamais transmito isso para as pessoas. ÉPOCA - O que lhe desespera? Gullar - Estar com um filho numa situação dessa é estar num estado de desespero. Estar sendo perseguido pela ditadura também. Viver clandestino durante um ano, sem ver sua mulher, seus filhos, seus amigos, é desespero. Uma pessoa pode fazer desse desespero a matéria de sua literatura. Nunca fiz isso. ÉPOCA - O poema Internação, publicado em 1999, é autobiográfico? Aquilo aconteceu entre você e Paulo? Gullar - É. Meu filho falou sobre o vento no rosto e eu fiz o poema. Aquilo é bonito, não é desespero. Nunca fiz do meu sofrimento individual a matéria da minha poesia. Nunca quis transferir para os outros o meu desespero, o meu amargor. Procuro não ter amargor e enfrentar as coisas. Sei que a vida é inventada. Ela depende de mim. Se eu invento uma vida infernal, ela será infernal. Nao vou ficar sentado à beira da calçada, chorando. Isso não resolve problema algum. ÉPOCA - Alguma vez o Paulo foi agressivo? Gullar - Foi. ÉPOCA - Contra o sr.? Gullar - Não quero falar sobre isso. Chegou a ser agressivo. Mas, passado o momento do surto, ele se arrependeu. ÉPOCA - Ele tentou suicídio? Gullar - Tentou uma vez. Tem um problema de coluna porque se jogou de uma clínica, de um andar baixo. A pessoa precisa ser protegida. Não sabe o que está fazendo. Depois, rindo, me disse: “Pai, você não vai acreditar. Naquele exato momento, pensei que fosse voar”. ÉPOCA - Depois dos artigos que escreveu, muita gente lhe procurou?
Gullar - Recebi cartas, convites para participar de congressos. Não é a minha matéria. Falei como um cidadão que tem uma tribuna e pode dizer as coisas. Não tenho a intenção de criar um movimento. Uma mulher escreveu uma carta para a Folha pedindo uma providência contra mim. Que providência ela quer? A minha demissão? Ela é da psiquiatria democrática. Imagine se fosse da psiquiatria ditatorial. É né?...........Sei bem o que é isso!
Adorei, não é hipócrita!!!
Vanessa.... May 03 1ª comunhão... fé!!!Talvez eu já tenha comentado em posts anteriores que minha fé ficou muito abalada depois do surto do Rodrigo! Eu comecei a colocar várias questões em pauta e no fundo torcia muito quando alguém se embaralhava e não conseguia me responder! Perguntas ao oculto que até hoje não tenho respostas e pelo que sei...nunca as terei! Mas... o tempo foi passando... e passou!!! É verdade quando dizem que o tempo pode resolver muitas coisas e até curar... hoje sei! Morando bem do lado do templo de Tupyara, todos os dias peço para me ajudar... iluminar meu caminho, e faço o que nunca fiz, agradeço pelo o que tenho, mesmo que seja ter algo muito conturbado...sabe por que? Porque consegui transpor isso... transpor meu dia-a-dia tão estressante. Esta semana Rodrigo “ ganhou “ mais um amigo... acredite, ele fala com os dedos do pé!!! É, eu sei, é complicado! Se ele não tivesse tratamento, tudo bem... mas toma os medicamentos e faço o que está ao meu alcance, e ... ele fala com os pés! Aí, vou para a minha terapia e falo para a minha “guru da saúde” o quanto fico triste com esta visão! E falo das minhas questões do futuro... se eu morrer, o que será dele? Gente, é sinistro!!! Com tudo isso, eu consigo administrar uma obra conturbada, em uma cobertura duplex que acharam que eu cheguei para dobrar a todos.....quando eu cheguei apenas para tornar a vida do meu filho mais confortável, que estou tentando de tudo para não interna-lo! As pessoas criam perfis, e ... não é nada disso! É lógico que não vou escrever na minha testa que tenho um filho esquizofrênico que conversa com os pés...mas as pessoas julgam! Julgam pelo que não vira e pelo que acham ter visto!!! Cuido de todo o caminho que minha filha “ normal “ deve ter! Cuido do meu casamento...”acreditem, eu vou casar” e cuido de apagar cuidadosamente do meu passado!!!... Na comunhão da minha filha, vejo aquela missa lida do padre Ricardo e até confesso para comungar na comunhão dela. Redescubro a fé. Fé esta que estava guardada lá no fundo esperando meu dia-a-dia para dar seu ar da graça......e me fazer acreditar que pode sim, ainda existir cura para os males ! Este post é para agradecer ao padre Ricardo,....o passado pode mudar muitas coisas e que talvez, só o sofrimento para que vc descubra isso ( Em busca de sentido – Viktor E. Frankl – Ed. Vozes )!!! Hoje, eu acredito que minha fé está vindo e que... algumas coisas m-a-r-a-v-i-l-h-o-s-a-s- ainda estão por vir!!! Obrigada ao meu amor ( este já falei em posts anteriores... a Helder, meu único e grande amor )! Mesmo sendo namoradeira, ele e somente ele ficou. Ficar SEMPRE ao meu lado!...a S. Jorge e claro minha terapeuta Maria José ( ela deveria estar em primeiro, pois por causa dela sei identificar os outros...mas ciúmes né? )... obrigada a toda a galera que esteve comigo estes anos... obrigada mesmo!!!! Vanessa Klein... ( em breve Alves Machado – hehehehehe ).
Ahhhhhhhhhhhhhh agradeço a Deus e alunos e amigos que acompanham meu dia-a-dia e que sei, torcem muito por mim!!!
April 10 Surto......parabéns Bruno Gagliasso!!!Fiquei muito emocionada ( chorei que nem criança ) quando vi o surto do Tarso....sabemos aqui em casa o que é isso. Malditas vozes! Quando o Rodrigo surtou a 1ª vez foi exatamente assim....e ao fim ele me estrangulou quando os bombeiros chegaram com cordas....meu pescoço era todo arranhado e vermelho. Rodrigo quis me matar e depois se ferir....tudo presenciado pelos bombeiros que tentaram amarrá-lo sem machuca-lo, essa é a vida real do esquizofrênico, espero que a novela seja realmente cruel ao narrar.....pois a esquizofrenia ( dependendo do grau da doença e da cronificação ) não é conto de fadas! Se é para falar sobre o assunto, não vamos florear! Né? Vanessa.
March 20 Lindas palavras...Adorei Cora!!!Caso Sean : Assim é se lhe parece - Cora Ronai ( jornal O Globo, 10-03-09 )Tenho acompanhado, primeiro pela internet e agora por todos os cantos, a história do Sean, o garoto que vem sendo disputado pelo pai americano e pela família brasileira. E cheguei, finalmente, à minha conclusão definitiva: um bom juiz de vara de família é criatura que, ao morrer, merece ir direto para o céu, sem escala, com todas as mordomias da Primeira Classe! Uma coisa é discutir o caso na mesa de um bar, nas caixas de comentários dos blogs ou mesmo aqui nesta crônica, opinião amplificada porque sai no jornal mas, ao fim e ao cabo, só isso, uma opinião. Outra, bem diferente, é ter de tomar a decisão real que vai afetar, de forma dramática, a vida dos envolvidos. Ouve-se um lado, e os fatos são incontestáveis; ouve-se o outro, e é claro que tem toda a razão; ouve-se um terceiro e é por aí mesmo; e assim sucessivamente. Pirandello perde.
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Vanessa Klein escreveu: É impressionante como um caso familiar se transformou em uma manifestação fanática ( e política ).....como tem pessoas doentes. Sei bem disso porque minha mãe que suicidou-se e meu filho que é esquizofrênico ver esta movimentação, ver as agressões verbais, insultos etc... lido com isso dia-a-dia, comprova como tem pessoas neste mundo com problemas mentais. O link foi tirado ( com as camisas, bonés etc....) porque o pai provavelmente retirou do site as fotos com as imagens do Sean, mas a família retirou provas necessárias e como vivemos em uma democracia limpa....busco o lado que acredito ser o correto. Se estou errada ou não, me dou o direito de poder escolher!!! E se errar o problema é unicamente meu, da mesma forma que sou a favor no meu Blog da família Bianchi ( da qual convivo desde a época da incrível Dina Bianchi ), existem sites contra...é a liberdade! Não perco o meu tempo em visitar os sites com outras opiniões porque já tenho a minha formada e de forma alguma vou ser arrogante e ridicularizar com o outro! Foram capazes até de ridicularizar minha cirurgia bariátrica, que cuida de algo tão sério como a obesidade mórbida.....então é complicado manter uma conversa! Acabou, não me manifesto mais, pois não vou dar corda para pessoas com problemas....já tenho meu doente para cuidar!!! |
O "caso Sean"
Amig@s
peço atenção de vocês pois este é um assunto extremamente sério e doloroso que está afetando toda minha família e mais diretamente uma sobrinha querida, Bruna, meu irmão mais velho, Baynho, minha cunhada Silvana e meu sobrinho neto, Sean.
A morte de Bruna além de tudo que significou para nós que a perdemos tão prematura e inesperadamente, possibilitou a situação absurda que estamos vivendo quando David Goldman, cidadão norte-americano e ex-marido de Bruna, que reclama o direito à guarda do seu filho biológico, guarda esta que estava com a mãe há mais de 4 anos. É importante registrar que hoje Sean tem 8 anos (completará 9 em maio) e que durante todos esses anos não houve sequer uma tentativa da parte do pai biológico de contatar o filho. O endereço, contato telefonico, todos os meios eram conhecidos por ele e estiveram todo o tempo à sua disposição.
Tudo começou quando minha sobrinha decidiu se divorciar e voltar a morar no seu país de origem. Não conseguindo impedi-la já que era direito seu continuar ou não casada e por ter a mesma obtido a guarda do filho, o ex-marido iniciou um processo de pressão que só terminou depois que meu irmão e sua mulher concordaram em pagar 150 mil dólares. Foi uma tentativa (ingênua me parece) de livrar a família das ameças de acusação por sequestro do Sean com que David já ameaçava a família na ocasião. O dinheiro foi pago e o recibo do mesmo está anexado a todos autos onde foram aberto processos (Vara de Família, Vara Federal e AGU). Não houve jamais qualquer tentativa ou intenção de evitar o contato entre pai e filho. Se não houve contato entre eles, o único responsável foi o pai biológico que hoje diz ter sido impedido, fato que não consegue comprovar.
É importante que aqui se faça um parentesis para esclarecer outro fato que mais tarde explicará o porque desse interesse tardio do pai biológico em conseguir a guarda do Sean: uma vez de volta ao Brasil, Bruna demonstrou ser uma excelente empresária e fez enorme sucesso no ramo de confecção de roupas infantis, criou uma marca e com muito talento e trabalho aumentou e muito o capital inicial empregado o qual havia herdado da família materna. Ou seja, Sean como herdeiro direto da Bruna tem direito a um montante de recursos expressivos que estariam à disposição do pai biológico caso ele ganhasse o direito da guarda.
Por tudo que vivemos antes e pelo conhecimento que temos acreditamos que David Goldman visa unica e exclusivamente a herança do Sean. A família que já sofreu extorsão uma vez teme ser novamente vítima. Em consequencia, acatam a orientação jurídica de não se manifestar publicamente sobre as acusações absurdas de que são vítimas, apesar do enorme dano moral e emocional que estão sofrendo. Os pais, viúvo e irmão, denunciados e achacados como sequestradores, imorais, sem escrúpulos etc., sequer tiveram o direito de chorar dignamente a perda da Bruna pois, apenas 10 dias após sua morte, o pai biológico do Sean já estava aqui no país reclamando sua guarda.
Diante de tudo isso decidi pedir ajuda ao Governo brasileiro através da Secretaria de Direitos Humanos no sentido de proteger a integridade do Sean (também cidadão brasileiro), não apenas como tia avó, mas como cidadã que tem conhecimento da ameaça que significa a possibilidade dessa criança ser entregue ao pai biológico. Bruna, além de sobrinha, tornou-se minha amiga e confidente. Sentia-se à vontade na relação comigo e desta forma me fez confidências de diversos episódios do seu casamento que hoje me levam a tomar esta medida. Conhecedora de fatos ocorridos durante seu casamento com o pai biológico do Sean, sinto-me na obrigação de tentar impedir o que, caso ocorresse, poderia resultar em crime de abuso contra um menor. Solicitei uma medida de proteção aos direitos do Sean .
Gostaria que tudo fosse resolvido no âmbito legal, longe dos holofotes, mas, a situação está se tornando muito difícil para todos nós dada a campanha mentirosa e cínica que David Goldman está comandando pela internet e pela imprensa no seu país. Minha sobrinha é retratada como uma adúltera, sem princípios e moral, que teria sequestrado seu filho para impedi-lo de conviver com o pai biológico. Para tanto ela teria se aliado ao suposto amante João Paulo Lins e Silva, na verdade seu marido legal (agora viúvo), com quem se casou após o divórcio. Ele é o pai da única irmã do Sean e se chama Chiara. Sean convive com João Paulo há mais de 3 anos. Ele o tem como pai. Ama-o, chama ele de papai, sabe que tem um pai biológico, mas, seu afeto, emoção, todos sentimentos estão ligados a quem o criou junto com a mãe nos últimos anos. Trata-se de uma criança de 8 anos que convive com esta família por quase a metade de sua vida. Como aceitar esse absurdo? Tudo que está sendo afirmado pela famíla está documentado e faz parte dos citados processos.
Desculpem o longo desabafo. Mas, como não temos permissão legal para rebater as acusações que fazem a nossa família fora do âmbito judicial, conto apenas com os amigos que me conhecem, conhecem minha história e principalmente conhecem meu compromisso em defender os direitos de todos. Como me abster logo quando pessoas queridas de minha família estão envolvidas?
Abraço grande e obrigada mais uma vez
Guta.
A mesma carta traduzida ...
Dear Friends,
peço atenção de vocês pois este é um assunto extremamente sério e doloroso que está afetando toda minha família e mais diretamente uma sobrinha querida, Bruna, meu irmão mais velho, Baynho, minha cunhada Silvana e meu sobrinho neto, Sean.
I'd like to share with you my opinions on a very complex and painful problem that has been troubling my whole family, specially the memory of my dear niece Bruna, my older brother Baynho, my sister in law Silvana and my nephew Sean.
Bruna passed away suddenly last year, and her premature death started a chain of events that led to the bizarre situation we're in now. David Goldman, and American citizen who happens to be Bruna's ex-husband, shows up from nowhere to claim Sean's custody. Sean is Mr. Goldman's biological son, however Bruna had his custody for the past 4 years. It's also important to notice that Sean is now almost 9 years old, and that during all those years Mr. Goldman never made any attempt to contact his son. Sean's address and phone number were well known, and were always made available to Mr. Goldman. Nowadays Mr. Goldman claims he didn't try to contact Sean because he felt threatened by his ex-wife's family. How come there's absolutely no chronicle of such things? If he was in fact in danger, how come he did not try to protect himself by calling the police? How is it possible for a zealous father to stay away for 4 years without making any formal attempt to contact his own son? Feeling helpless I decided to ask the Secretary of Human Rights of the Brazilian Government for assistance, so that we can protect Sean's rights – he's also a Brazilian citizen after all. I'm acting not only as his aunt but also as a concerned citizen who's fully aware of that could happen with Sean if he ends up with his biological father. Before she passed away Bruna had become my friend and confident, and she felt comfortable enough to share facts of her private life, including details about her marriage to Mr. Goldman. Knowing what I know now I feel compelled to try as hard as I can to stop this madness, because if we fail to do so we may be exposing Sean to an abusing environment. I formally request measurements to protect Sean's citizen rights. Guta.
These unfortunate circumstances began when my niece decided to leave Mr. Goldman and go back to her home country. Unable to impede her, Mr. Goldman started a bashing campaign that only stopped when my brother and his wife agreed to pay him $150,000 US dollars. Paying to make him go away was a bad idea, but it was their naïve attempt to get rid of the kidnap accusations Mr. Goldman was threatening them with. The extortion money was paid, and the receipt is attached to every single process currently circulating in the Judiciary. There was never any attempt to block any contact between Mr. Goldman and Sean – actually Mr. Goldman himself cannot prove he wasn't allowed to see his biological son.
There's also another bit of information that could somewhat explain Mr. Goldman's sudden interest in his biological son. After going back to Brazil, Bruna started her own kid's clothing line and proved to be a quite successful business woman. With lots of work and a keen talent for fashion she developed her brand and multiplied her initial investment several times fold. That said, Sean will soon inherit a significant amount of money, and if his biological father gets his custody he will therefore manage these very same funds.
Our understanding is that despite saying otherwise, Mr. Goldman's sole motivation is to take control of Sean's inheritance money. Bruna's family was extorted once and we fear he will succeed this second time as well. However, we abide by the law and will not comment on the absurd accusations he has been making against the family, despite the huge moral and emotional damage imposed on us. Her parents, her surviving husband and her brother were denounced, attacked and harassed as if they were criminals. They were not even allowed to grief their loss – less than 10 days after Bruna's passing away Sean's biological father started a new campaign and suddenly showed up in Brazil claiming his custody. Mr. Goldman doesn't even bother to hide his true intentions anymore; he now sells a plethora of gadgets with Sean's picture and phrases attacking the memory of my beloved niece and the sovereignty of our country.
I'd prefer to see everything handled in the courts, away from the spotlights. But unfortunately the situation is getting harder for all of us – Mr. Goldman is running a very effective smear campaign on the Internet and now in the press. Bruna is now pictured as adulterer with no moral that kidnapped her own son and prohibited him from having a normal relation with his biological father. In the process she would have recruited a lover (now her surviving husband): João Paulo Lins e Silva to assist with the processes. In reality, Bruna married Joao after her divorce. Joao fathered Sean's only sister – Chiara. He has been the father figure in Sean's life for the past 3 years. Sean loves and respects Joao as his dad, but he knows he has a different biological father. Please keep in mind Sean is only 8 years old and that he has shared half of his life with this family nucleus. All claims I'm making here are well documented in the processes that are running in the Judiciary.
Sorry for the somewhat random venting session but we – the extended family – have no authorization to answer the many accusations made against us outside the courts. I'm counting on the people I know and that know me, my story of life and my commitments to help support our cause. How could I distance myself from this situation when so many loved ones are so deeply involved in it?
Kind regards and once again thanks for your patience.
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